Diante das incertezas sobre a entrega e da falta de um cronograma definido, o Sindicato protocolou um ofício na Prefeitura solicitando providências para garantir a continuidade do benefício e a divulgação de informações claras à categoria.
Diante das incertezas sobre a entrega e da falta de um cronograma definido, o Sindicato protocolou um ofício na Prefeitura solicitando providências para garantir a continuidade do benefício e a divulgação de informações claras à categoria.
Reforçamos que se trata de um benefício de caráter alimentar: seja por meio da cesta básica, seja por meio do cartão alimentação, que permite a aquisição direta de alimentos no comércio. Para muitas famílias, especialmente entre os servidores de menor renda, qualquer atraso tem impacto imediato no dia a dia, não adianta entregar duas cestas no mês seguinte, a Alimentação é diária.
Ressaltamos que o benefício possui previsão legal e natureza continuada, devendo ser assegurado com regularidade e previsibilidade, em observância aos princípios da eficiência e da continuidade da Administração Pública. O SINSEP permanecerá acompanhando para resguardar o direito dos servidores e neste sentido o
O Sinsep notificou a Prefeitura de Mogi Mirim e vem a público se manifestar contra a descontinuidade da cesta Básica e do Vale Alimentação aos servidores municipais. Não é apenas questão administrativa que se repete por falha ou incompetência, é uma agressão direta à subsistência do funcionalismo. É inaceitável o descaso com os servidores que fazem esta cidade funcionar. A humilhação financeira, o chamado “vender o almoço” a descontinuidade da cesta e do vale-alimentação, não são apenas questões administrativa, são uma agressão direta à subsistência do servidor. Quando o salário perde seu poder de compra, a ponto de o trabalhador ter que escolher qual refeição fazer, a dignidade do cargo público é ferida. O servidor não pode ser o último a ser lembrado no orçamento, sendo que é o primeiro a fazer a engrenagem da cidade girar. O flagelo do assédio moral. Coagir, humilhar, amedrontar. Isso é violência psicológica. E ela não termina quando o expediente acaba. gera ansiedade depressão e destrói famílias e cria um o ciclo da desestabilização, como exigir eficiência de quem tem medo de faltar comida na mesa de quem trabalha sob ameaça de quem não se sente protegido, o equilíbrio emocional no serviço público não é favor é direito, sem respeito, sem comida no prato não há serviço público que se sustente, pedimos a liberação imediata do cartão alimentação e a providências urgentes para sanar a entrega da cesta básica.